Blog do 3º ano (turma 231) do Colégio Marista Assunção. Objetivos e Temáticas: Este Blog/Site, é fruto de um projeto pedagógico que visa a divulgação das pesquisas realizadas por educandos do Ensino Médio, na disciplina de Geografia (prof. Donarte Nunes dos Santos Júnior) e temas relacionados. Aqui serão publicadas as produções dos estudantes, que se manifestarão na forma de textos, sons e imagens.
O texto relata um problema que hoje em dia é muito falado o aquecimento global, o efeito estufa e algumas de suas conseqüências. Mesmo ele sendo um texto bem “antigo” ele mostra todos os pontos principais que até agora vemos acontecer, mesmo estando um pouco desatualizados por ter sido escrito a alguns anos.
É um texto que mostra passo-a-passo, te fornecendo que o aquecimento global pode ser bom ou ruim, tendo seu lado positivo e negativo, te mostra todos as funções dos gases que estão interligados ao aquecimento e mostra o que está por trás, por assim dizer, de todo esse processo que está acontecendo.
O texto mostra como que funciona por parte dos especialistas, mostra como os técnicos analisam os aumentos de temperatura, comentam dos cientistas, e por final é um texto que mostra tudo do aquecimento global, as partes defensivas por parte do texto e que ele é de culpa do homem. Ele é uma espécie de alerta. Mostra dados que podemos confiar e as explicações dos cientistas para podermos entender que isso é uma realidade sim.
Mesmo mostrando tudo isso, concordo em parte com o texto, ele relata sim a culpa do homem mas o apoio, vemos que eles precisam e devem nos alertar muito mais, pois ainda hoje em dia as pessoas pensam que esse assunto é inteiramente banal.
Relacionando com a parte energética o texto mostra sim uma relação com o projeto energia, vimos tantas coisas que não prejudicaria a saúde e muito menos o planeta, só sairia financeiramente um número elevado. O projeto também nos fornece algumas visões amplas, mostra que sim as termelétrica prejudica a saúde sim, mas também tem seus benefícios. A hidrelétrica também prejudica o meio ambiente, o que menos prejudicaria e seria ótimo para tudo é a energia eólica. Vimos que ao passar dos anos a terra se adapta ao homem o que é errado, o homem deveria se adaptar, mas isso não ocorre.
Por final, como disse acima concordo em parte em alguns aspectos do texto e outros nem tanto. Por isso sempre temos que nos atualizar para sabermos bem o que apoiamos e o que devemos nos aprofundar no assunto.
O maior conflito teórico entre o capitalismo e o socialismo foi na Guerra Fria, que ocorreu pouco depois da Segunda Guerra Mundial, entre os Estados Unidos – capitalista - e a União Soviética – socialista -. Este conflito se iniciou quando as duas potências tentaram influenciar outros países acerca de seus sistemas políticos, econômicos e militares.
O capitalismo tem seu início na Europa. Suas características aparecem desde a baixa idade média (do século XI ao XV) com a transferência do centro da vida econômica social e política dos feudos para a cidade. O feudalismo passava por uma grave crise decorrente da catástrofe demográfica causada pela Peste Negra e pela fome que assolava o povo. Já com o comércio reativado pelas Cruzadas (do século XI ao XII), a Europa passou por um intenso desenvolvimento urbano e comercial e, conseqüentemente, as relações de produção capitalistas se multiplicaram, deteriorando as bases do feudalismo.
Segundo o geógrafo Milton Santos, a mentira do capitalismo, ou como ele chamava: “fábula”. É dizer que o capitalismo é o único sistema social no qual os indivíduos estão livres para perseguir o seu auto-interesse racional, possuir propriedade, e tirar proveito de suas próprias ações e também ter como âncoras os direitos individuais, o governo limitado constitucionalmente, e a liberdade política/intelectual/econômica. Milton dizia ser mentira porque é um sistema que já está dividido entre poucos ricos, que possuem muito, e muitos pobres, que tem quase nada.
A revolução industrial iniciada na Grã-Bretanha, no século XVIII, estabeleceu um tipo de sociedade dividida em duas classes sobre as quais se sustentava o sistema capitalista: a burguesia (empresariado), e o proletariado (trabalhadores assalariados). A burguesia, formada pelos proprietários dos meios de produção, conquistou o poder político na França, com a revolução de 1789, nessa ocasião o modelo capitalista se afirmou ideologicamente com base nos princípios do liberalismo: liberdade econômica, propriedade privada e igualdade perante a lei. A grande massa da população proletária, no entanto, permaneceu inicialmente excluída do cenário político. Logo ficou claro que a igualdade jurídica não era suficiente para equilibrar uma situação de desigualdade econômica e social, na qual uma classe reduzida, a burguesia, possuía os meios de produção enquanto a maioria da população não conseguia prosperar. Aí então surgiram as idéias socialistas.
Socialismo é um conjunto de doutrinas que tem por fim a socialização dos meios de produção. Partindo do pressuposto de que os problemas sociais derivam das desigualdades entre os indivíduos, o sistema visa à extinção da propriedade privada. O governo investiria no cidadão desde seu nascimento, no entanto, ficaria como se fosse o “dono” daquele indivíduo, sendo o mesmo, obrigado a seguir regras rígidas e a trabalhar para todos na medida de suas possibilidades. Nesse sentido, ainda existe a necessidade de existência do Estado para coordenar a socialização dos meios de produção e defender os interesses dos trabalhadores contra a volta do sistema capitalista.
Comunismo é um sistema de governo onde não existem classes sociais, propriedade privada, e o mais importante, não existe a figura do Estado; essa é a diferença. Em outras palavras, o socialismo é uma etapa de transição anterior ao comunismo que visa o desaparecimento do capitalismo. No comunismo, não há a necessidade de existência de um Estado em virtude do fato de que todas as decisões políticas são tomadas pela democracia operária.
Ao contrário do que muitos pensam a etapa do comunismo nunca foi atingida por nenhum país, uma vez que não houve nenhuma sociedade onde se registrou a ausência de um Estado. Após entendermos melhor a origem e as características destas duas potências, podemos perceber que a convivência desses dois modos de produção era praticamente impossível.
Outro dos principais problemas que nos preocupam, no quesito sobrevivência é o aumento da população global. Isso vem meio que sendo ofuscado pela poluição global que também não é pouca coisa, bem o que não falta são razoes para nosso extermínio, coisas que a mídia diz, já chegaram a pensar em hipóteses para o fim e dentre muitos eu resolvi comentar sobre o aumento da população mundial. Teve um homem chamado malthus(criador da teoria malthusiana, ele q começou a notar um crescimento elevado da população e o que chamou minha atenção é que ele já tinha notado isso no ano de 1798; ele dizia que a população aumentava por causa do aumento da produção de alimentos, melhoria das condições de vida nas cidades, do aperfeiçoamento do combate contra doenças, melhoria do saneamento básico, e ainda teve a revolução industrial que fez com que a taxa de mortalidade caísse e assim aumentava a população. Estudos estimam que há 2000 anos atrás a população mundial era de 300 milhões de pessoas, nesse tempo a media de seres humanos não aumentava muito, nasciam muitos mais morriam muitos também pois não havia nenhum tipo de cuidado, não tinha hospitais muito menos médicos competentes. 1600 anos depois disso a população já havia dobrado e 100 anos depois já havia mais 100 milhões de pessoas no mundo e assim continuou a aumentar exponencialmente atingindo seu primeiro bilhão em 1802, seu segundo bilhão em 1927 apenas 125 anos depois, o crescimento era muito auto e a mortandade em geral era baixa e 34 anos depois em 1964 seu terceiro bilhão, com esse aumento o homem começa a abandonar o campo e ir para a cidade e com a quantidade de gente o homem se viu forçado a subir, no sentido de ter que construir prédios, ter que se empilhar. E nas cidades o homem continua a se reproduzir e multiplicar. No ano 2000, a ONU diz que a população crescia em uma média de 77 milhões de pessoas por ano, por incrível que pareça, um numero menor do que em 1990. A China tem a maior população do mundo, tanto que se tornou um problema, foi imposta uma lei de que as pessoas só podiam ter um filho porque a perspectiva de uma explosão populacional a China implementou rígidas leis de controle de natalidade nos anos 70. A famosa lei que permitia que cada casal tivesse somente um filho aparentemente fez efeito. O índice de natalidade caiu - a população na virada do século era de 1,2 bilhão de pessoas, Contra a previsão de 1,5 bilhão se não houvesse o programa. Há indícios, no entanto, de que o sucesso do controle foi obtido às custas do desrespeito aos direitos humanos - os relatos de abortos forçados e esterilizações compulsórias atraíram condenação da comunidade internacional. Surgiu também um fenômeno trágico: a multiplicação dos casos de infanticídio. Como os homens são mais valorizados por sua força de trabalho braçal nas áreas rurais, muitas meninas eram sacrificadas por causa da lei de um filho por casal (esta lei já teve seu termino!). A china será ultrapassada, em população, pela índia onde nunca teve essa lei. A tecnologia influenciou no número de pessoas, no sentido de investir na cura de doenças e na diminuição de mortes. Com todos esses avanços fica impossível de ter uma estimativa futura, por que o índice de natalidade, mortalidade influencia, e todos os pais tem diferentes índices que mudam conforme seu desenvolvimento, e não é só isso, também temos as catástrofes naturais, muitas causadas pelo próprio homem, mas deixa pra lá. Tudo isso ocasiona alguns problemas, dentre eles a falta de alimento por causa do grande contingente necessário, e os alimentos estão mal distribuídos no mundo, mas o estranho mesmo é que a comida, alimento, esta nos países mais pobres, mas são as pessoas dos países ricos que engordam, por que os países pobres ganham dinheiro exportando seu alimento. No Brasil e em outros países pobres, o índice de “gordinhos”(obesidade), vem aumentando, e isso se da pelo maior consumo de “porcarias”, no caso comidas que não alimentam e são muito calóricas, como Mcdonalds, burguer king, e etc, ta certo, é bom, mas em pequenas doses, porque o exagero que causa a obesidade, que acarreta mais problemas para a pessoa, como hipertensão, ataque cardíaco pelo fechamento das artérias, pela quantidade de gorduras, e etc... Outro grande fator é que quanto mais à humanidade cresce mais temos fabricas e mais poluímos o ar, e outro problema (fenômenos ocasionado pela globalização) são as epidemias de doenças, que tem uma enorme facilidade de alastramento com a evolução dos meios de transporte, aviões, navios e trens de alta velocidade. Na tentativa de diminuir o aumenta da população o governo aborda principalmente a diminuição da natalidade expondo os métodos de prevenção para as pessoas, métodos anticoncepcionais, mais o outro lado da moeda eles não mostram, às vezes as pessoas não tem culpa por serem um pouco menos favorecidas intelectualmente, desenformadas, e com isso vem outro grande problema, a ineficiência do estado e porque não do mundo na distribuição de renda, ”uns com tanto, outros com tão pouco!”. Talvez por causa desse nosso pensamento, que deve ser o de muita gente também, o governo “diz” que planeja aumentar a escolaridade dos jovens, para um maior entendimento e menor índice de gravidezes não planejadas, como forma de conscientizarão, da nova geração. Então concluímos que talvez diminuindo a população, ou apenas mantendo, ou na pior das ocasiões diminuir o crescimento da população, isso poderia de certo modo acabar com todos nossos problemas, não ira faltar água nem comida, e iremos manter, diminuir o aquecimento global, porque com menos pessoas menos gases são lançados na camada de ozônio, e assim garantiríamos o mundo por mais algumas gerações.
As teorias demográficas mais importantes são a teoria Malthusiana, a Neomalthusiana e a Reformista. Essas teorias serviram para que fosse melhor de se compreender alguns problemas do mundo. A teoria Malthusiana acreditava que a população mundial cresceria em um ritmo rápido. Ele baseavasse na progressão geométrica (1, 2, 4, 8..). Malthus pensava que a população cresceria rápido enquanto a produção de alimentos teria um ritmo mais lendo. Para tentar explicar isso usa a comparação a progressão aritmética (1, 2, 3, 4..). Sendo assim, depois de um determinado tempo, não existiriam mais alimentos suficientes para todos os habitantes da terra. A maior contestação a essa teoria é que não que o problema seja a falta de alimentos e sim a má distribuição deste. Porém, em nenhum momento a população cresceu como previa Malthus. Já a teoria Neomalthusiana, criada logo após a Segunda Guerra Mundial, acreditava que se a população continuasse crescendo no mesmo ritmo demográfico, os recursos naturais se esgotariam. Mas que isso não acontecesse foi implantada um controle de natalidade nos países subdesenvolvidos. A possível solução para esse problema seria o maior controle na distribuição de renda a população. E a teoria Reformista com idéias contrarias as outras duas teorias, os reformistas responsabilizam os países ricos pela intensa exploração sobre os países pobres, que resultou em um grande crescimento demográfico e a pobreza generalizada. Essa teoria é defendida pelos socioeconômicos que queriam superar os graves problemas, e sendo assim, a redução do crescimento demográfico seria consequência dessas reformas. Essas três principais teorias foram fundamentais para que fosse possível explicar alguns fatores preocupantes no mundo. Como surtos demográficos, fome, desigualdade social, entre outras coisas.
Tectônica, ramo da geologia que estuda a movimentação das camadas da crosta, por efeito das forças do interior da Terra. Estudam também o dinamismo da força que interferem na movimentação das camadas da crosta terrestre. Como resultado dessas forças se dá o aparecimento das placas tectônicas, dobras, falhas, fraturas ou lençóis de arrastamento. A tectônica descreve geometricamente as deformações da crosta terrestre e analisa as diferentes teorias que procuram explicar os seus mecanismos formadores.
Teoria de tectônica global (deformações estruturais geológicas) que se tornou paradigma na geologia moderna, para a compreensão da estrutura, histórica e dinâmica da crosta terrestre. Atualmente, ela é constituída por cerca de doze placas tectônicas, que ficam literalmente boiando em cima do magma pastoso (ver fig. 1). A crosta terrestre está dividida em placas de espessura média de 150 km. As fronteiras entre estas placas são zonas com atividades tectônicas, onde ocorrem mais sismos e erupções vulcânicas.
Entre 1908 e 1912, foi proposta pelo geólogo alemão Alfred Lothar Wegener a teoria da deriva continental. Ele afirma que as placas continentais se rompem, separam-se e chocam-se, criando posteriormente cadeias de montanhas.
Um dos argumentos mais fortes de Wegener para justificar a deriva continental era que as bordas dos continentes têm formas que se encaixam. Para defender sua teoria, mostrou que as formações rochosas de dois lados do Oceano Atlântico – no Brasil e África Ocidental- coincidem em idade, tipo e estrutura.
Quando propôs sua teoria, Wegener não foi capaz de apresentar uma explicação plausível sobre o como os continentes poderiam se deslocar no manto sólido que, se supunha, formava os fundos oceânicos, nem sobre qual seria a força capaz de arrastá-los. Por esse motivo, sua hipótese foi recebida com grandes reservas.
Sobre a expansão do fundo do mar, na década de 20, o estudo do leitor dos mares trouxe evidência de que as dorsais oceânicas são zonas onde se cria a nova crosta oceânica. O material chega por correntes de convecção* de lava quente, mas esfria e solidifica com rapidez, ao contato com a água. Para dar lugar a esta contínua renovação de crosta, as placas devem separar-se, lenta, porém continuamente. Estes movimentos, impulsionados por correntes de convecção térmicos originadas nas profundidades do manto terrestre, provavelmente teriam gerado, ao longo de milhões de anos o fenômeno da deriva continental.
Também temos limites das placas tectônicas, isto é, os pontos de encontro entre as placas estão em movimentos. Esses movimentos, entretanto, não acontecem da mesma forma. Podemos considerar três tipos principais de limites entre as placas: convergentes, divergentes e transformantes.
Limites convergentes: As zonas de subducção, onde as placas se encontram e colidem. Uma delas sempre mergulha por debaixo da outra e retorna à astenosfera. Existem três tipos de convergência:
·Convergência crosta oceânica – crosta continental: Quando isso acontece, geralmente formam-se fossas abissais. A zona de convergência entre uma placa oceânica e uma placa continental é chamada de margem continental ativa. Um exemplo é a fossa Peru-Chile, onde a placa de Nazca mergulha sob a placa Sul-Americana (ver fig. 2).
·Convergência crosta oceânica – crosta oceânica: Formam-se arcos vulcânicos, como nas ilhas Marianas (placa do Pacífico e placa das Filipinas) (ver figura 3).
·Convergência crosta continental – crosta continental: Às vezes uma placa sobrepõe a outra, num movimento de obducção. Pode ocorrer também a colisão entre as placas e a formação de cadeias de montanhas. O exemplo mais conhecido é o choque de placa Euro-Asiática com a Indiana, que deu origem à cadeia do Himalaia (ver figura 4).
Limites divergentes também chamados cristais em expansão ou margens construtivas, porque nesses limites está sendo criada uma nova crosta oceânica a partir do magma vindo do interior da Terra, que causa o afastamento das placas tectônicas. São exemplos de formação de limites divergentes as cordilheiras submarinas Meso-Atlântica e Meso-Pacífica (ver fig. 5).
Limites transformantes são apenas as placas que deslizam horizontalmente um ao lado da outra. São chamadas também de zonas de conservação. Esses deslizamentos podem causar terremotos de grandes proporções. Geralmente, as falhas transformantes estão no fundo dos oceanos. A mais conhecida dessas falhas é a de San Andreas, Califórnia. (ver fig. 6 e 7).
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*Convecção: é o fenômeno que se produz quando um fluido está em contato com um sólido a uma temperatura diferente. As partes di fluido em contato com o corpo sólido aquecem-se por condução; as variações de densidade resultantes provocam correntes no seio do fluido. Tais correntes transportam o calor em todo o fluido e só desaparecem quando todo o fluido está à mesma temperatura que o sólido. A importância das correntes de convecção depende da forma do colido em contato com o fluido.
Anexos:
Figura 1: Divisão das placas tectônicas na Terra.
Figura 2: Convergência crosta oceânica – crosta continental
Figura 3: Convergência crosta oceânica – crosta oceânica
Figura 4: Convergência crosta continental – crosta continental
O fim de nosso ano letivo está muito próximo. É o momento para darmos uma intensificada nos estudos e termos atenção para aprendermos o que há de novo.
Como trabalho final deste trimestre; e do ano, solicito que vocês elaborem um texto, uma redação geográfica versando sobre o seguinte tema: “Teorias Demográficas: verdades e mentiras”. Para guiar vocês na produção do texto proponho as seguintes perguntas:
i) Thomas Malthus, ou ainda, a teoria malthusiana está totalmente errada!? Sim ou não? Por quê?
ii) Qual é a base – a filosofia por detrás – da teoria demográfica reformista?
iii) Por que os transgênicos, na prática, não são a solução da fome do/ no mundo? Ou são!?
iv) Por que, frequentemente, em seus textos e livros, o ecologista José Lutzenberger escrevia que é a pequena propriedade de terra que contribui com a eliminação da fome do/ no mundo e não as plantations?
v) Qual é o máximo populacional que nosso planeta pode (em teoria e/ou na prática) suportar?
O texto deve ser postado no blog até dia 08 de dez.
Obs.: para os alunos que assim preferirem, o texto pode ser entregue impresso.
O peso desta atividade é de 04 (quatro) pontos.
Boas leituras, estudos e escrita!!!
Os Fusos Horários Brasileiros
Pequena apostila teórica sobre o assunto
Quem foi Carl Sagan?
Saiba mais sobre um dos maiores divulgadores da ciência
O Aquecimento do Mundo
Texto do livro "Bilhões e Bilhões" de Carl Sagan
Estamos congelando ou fritando?
reflexão textual a ser entregue dia 06 de maio 2009. (:::clique no link abaixo:::)
Leitura para a "reflexão textual" do dia 06 de maio.:
Que árvores temos em nossa cidade? Clique para saber!
Referências
Caros senhores pais, estimados educandos, Comunidade Escolar em geral,
Esta é a listagem com as "referências básicas" usadas pelo professor.
As "referências específicas"; as que contêm os “conhecimentos formais” característicos e que também estarão sendo trabalhados em sala de aula, serão informadas nos respectivos posts desse blog.
As referências relativas à epistemologia que norteia o fazer pedagógico do professor poderá ser consultada no setor pedagógico da escola ou através de contato com o educador pelo seguinte E-Mail: donarte.junior@maristas.org.br.
1. ALMANAQUE ABRIL. São Paulo: Abril, 2008. 794 p. 2. ALMEIDA, Lúcia Maria Alves de; RIGOLIN, Tércio Barbosa. Fronteiras da Globalização: geografia geral e do Brasil. São Paulo: Ática, 2004. 528 p. 3. BOLIGIAN, Levon; BOLOGIAN, Andressa Turcatel Alves. Geografia: Espaço e Vivência. 1 ed. São Paulo: Atual, 2004. 448 p. 4. COELHO, Marcos Amorim; TERRA, Lygia Soares. Geografia Geral: O espaço natural e socioeconômico. São Paulo: Moderna, 2001. 431 p. 5. GARCIA, Helio Carlos; GAREVELLO, Tito Marcio. Geografia: de olho no mundo do trabalho. São Paulo: Scipione, 2005. 431 p. 6. MAGNOLI, Demétrio; ARAÚJO, Regina. A Nova Geografia: estudos de geografia geral. 1. ed. São Paulo: Moderna, 1991. 306 p. 7. MAGNOLI, Demétrio. Geografia para o ensino médio. São Paulo: Atual, 2008. 576 p. 8. MORAES, Paulo Roberto. Geografia Geral e do Brasil. 2. ed. São Paulo: Harbra, 2003. 690 p. 9. VESENTINI, José William. Sociedade e Espaço: geografia geral e do Brasil. São Paulo: Ática, 2005. 472 p.