sexta-feira, 4 de março de 2011

/manolo

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

TRABALHO PEDRO BARROS

DESCULPE O ATRAAASOO!


A teoria Malthusiana, do economista Thomas Malthus, se baseia na relação do crescimento da produção de alimentos com o crescimento da taxa de natalidade. Na teoria Malthus menciona que a produção de alimentos tem aumentado cada vez mais, aumentando assim mais a taxa de natalidade e menos a de mortalidade, e que no futuro por conseqüência disso faltaram alimentos para suprir toda nossa população, ocasionando assim uma qualidade de vida inferior em relação a qual vivemos hoje.
Já a teoria demográfica reformista mostra que as taxa de natalidade que resulta na numerosa população é conseqüência do subdesenvolvimento de um país. Com argumentos que famílias com mais condições tem menos filhos apesar de poderem sustentar muitos filhos, gerando assim uma melhor aceitação em relação a teoria reformista do que a teoria Malthusiana.
Os alimentos Transgênicos não são a solução da fome no mundo pois devido suas modificações genéticas os tornam mais caros e menos acessíveis as pessoas que realmente necessitam.
Na minha opinião o mundo sabe o que ele pode sustentar, porque automaticamente ele já vai excluindo quem não consegue sobreviver em função do mundo capitalista em que vivemos.

Pedro Barros,
Donarte, desculpe o atraso, pois foi devido a uma emergência de família que ele aconteceu, eu fui deixar pra ultima hora e no fim o imprevisto acabou com que eu não conseguisse entregar no prazo. Por Favor, se puder ler e corrigir agradeço, Obrigado! Desculpe o atraso novamente. Abraço!

Prazo encerrado!!!

Prezados estudantes,

Como havíamos combinado, a partir de agora: 17h, não será mais aceita e avaliada nenhuma redação!

Att,

Prof. Donarte.

MALTHUUS (:

Malthusiana, a neomalthusiana e a reformista, são três, de muitas teorias, para explicar o crescimento populacional. Essas, entretanto, se destacam por serem relacionadas.
a teoria demográfica Malthusiana (1798), feita por um economista inglês, chamado Thomas Malthus. Esse, dizia que a população mundial ia crescer em um ritmo acelerado, na progressão geométrica:(1, 2, 4, 8, 16, 32, 64...), e a produção de alimentos cresceria em um ritmo lento, na progressão aritmética: (1, 2, 3, 4, 5, 6...). segundo Malthus, ao fim de duzentos anos, o aumento da população seria 28 vezes maior do que o aumento da produção de alimentos.
Defendendo a tese de que faltaria comida no mundo. Já a teoria Neomalthusiana é a teoria que começou a se desenvolver nas primeiras décadas do século xx, recriando-se nas idéias de Malthus. Os neomalthusianos analisam essa aceleração populacional de um ponto de vista catastrófico, falando que, se esse crescimento não for impedido, os recursos naturais da Terra acabarão. ENTRETANTO a teoria reformista é totalmente contraria a de Malthus: sua principal afirmação nega o princípio malthusiano. Para os eles, é a pobreza que gera a superpopulação, se não houvesse pobreza as pessoas teriam acesso a educação, saúde etc, o que regularia o crescimento populacional. Concluindo então que é exatamente a falta dessa condição que gera o crescimento desenfreado da população. E, resolvendo a pobreza, resolveria também o problema da superpopulação

Teorias Demográficas

A densidade demográfica de nosso planeta esta cada vez aumentando mais.Há diversas teses sobre este crescimento.
Thomas Malthus em sua teoria “Malthusiana”, dizia que a população iria crescer em progressão geométrica, em quanto os alimentos teriam um crescimento em escala aritmética. Malthus concluiu que haveria fome no mundo,e propôs um controle de natalidade para tentar diminuir o problema.
Temos também a teoria demográfica reformista,que eram contra os ideais de Malthus.Para el4es a fome e a pobreza gerariam violência,fruto da desigualdade social.
Muitas pessoas usaram a desculpa da fome no mundo,para liberarem a produção dos alimentos transgênicos,eles alegavam que seriam capaz de produzir mais alimentos em menos tempo e com menos riscos de pragas afetarem a lavoura.Na verdade o mundo produz alimentos suficiente para toda a população,a fome que se tem é devido a má distribuição do mesmo.
O ecologista José Lutzenberger sempre defendeu que são as pequenas propriedades de terra que contribuem com a eliminação da fome,pois os pequenos produtores,plantam para sua própria subsistência e o excedente ainda pode ser vendido.Já as plantations,são extensas áreas usada para uma mono cultura,que visa somente a venda deste produto.
Não podemos afirmar ao certo a capacidade de nosso planeta,alguns estudiosos afirmam que por cerca do ano de 2130 a população será de aproximadamente 244 bilhões.Na prática não podemos afirmar ao certo este numero,mas com certeza a população será menor que a teoria.
Malthus está correto quando diz que se não cuidarmos da natalidade,faltará alimento para a população,mas esta errado quando diz que não há alimento para toda a população.Devemos melhorar a distribuição do alimento,para que ele chegue a todas as pessoas do mundo.
Para desbancar as teorias de Malthus já sabemos que a falta de comida no planeta não é problema, porque produzimos muito mais do que o necessário para todos o que está errado é a distribuição desses alimentos.
Mas em uma coisa ele acertou o crescimento exponencial que teve a população. O que pode atrapalhar em um futuro próximo.

E eras isso, não deu tempo agora é 16h58min e foi o que deu pra escrever em 10 minutos.

“Teorias Demográficas: verdades e mentiras”

Expansão, uma palavra que define muito bem o que ocorre com a população terrestre. O crescimento demográfico é uma consequência da vida em sociedade, e principalmente nos tempos atuais onde a tecnologia facilita muito a vida. Assim há de ser feito algo sobre estes acontecimentos, uma coisa que é muito pouco desenvolvida em nosso mundo principalmente nas regiões onde a pobreza, a falta de instrução e a ignorância dominam grande parte da população. Dentro desse contesto a algumas teorias como a teoria Malthusiana, criada por Thomas Malthus no século 18, a Neomalthusiana, criada após a Segunda Guerra Mundial, e a Reformista.
Malthus afirma em sua teoria que a população mundial crescia em uma progressão geométrica (2, 4, 8, 16, 32, 64...) enquanto a produção de alimentos em uma progressão aritmética (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7...), havendo um total desequilíbrio entre o crescimento populacional e a produção de alimentos, assim deduzindo-se que em um dado momento o alimento contido em nosso planeta seria insuficiente para alimentar a nossa população.
A teoria Neomalthusina, como já diz o nome, tem base na teoria de Malthus, mas tinha grandes diferenças, como o controle do crescimento populacional, principalmente nos países subdesenvolvidos, para evitar o esgotamento dos recursos naturais da Terra.
A teoria Reformista, tendo suas idéias opostas às outras já citadas, afirmava que o processo de desequilíbrio ocorre através da exploração por parte dos países desenvolvidos imposta sobre os países subdesenvolvidos. Fazendo com que uma distribuição justa para a população se distanciasse ainda mais do adequando.
Após observar todas as teorias creio que nenhuma está totalmente incorreta, nem totalmente correta. Levando em consideração que a tecnologia da atualidade para a produção e qualidade de vida. Pode-se sim manter toda a população com uma alimentação adequada sem dificuldades. Tendo em vista que produção alimentos atualmente já é bem superior ao da necessidade da população. O problema é a má distribuição do alimento para a população. Esse excesso de produção somente tem em vista o poder e o enriquecimento financeiro das grandes empresas. Infelizmente esse é o problema do nosso mundo que só visa lucros, a ganância.

Teorias Demográficas

Creio que a Teoria Malthusiana está correta, porque segundo Thomas Malthus, o estatístico, demógrafo e economista, fala que depois que houve um crescimento na produção de alimentos, no combate a doenças, da colocação de saneamento básico, quando as condições de vida nas cidades melhoraram e quando vieram os benefícios vindos da Revolução Industrial, assim a taxa de mortalidade caiu, e o aumentando do crescimento natural. Malthus estava alertando a todos que esse crescimento acelerado iria acarretar um problema sério, a falta de recursos alimentícios e isso iria gerar a fome no mundo, a teoria Malthusiana não mostra nada além de um problema futuro que o planeta terra irá sofrer, se assim continuar o crescimento populacional, e os recursos continuarem os mesmos, assim a fome irá se expandir cada vez mais e o número de pessoas que irão morrer de fome serão cada vez maiores. Por sua vez a Teoria Demográfica Reformista é uma espécie de resposta de países desenvolvidos à Teoria Malthusiana e assim inversa a ela, segundo a Teoria Reformista mostra que a alta taxa de natalidade se origina em consequência ao subdesenvolvimento, que seriam os problemas sociais e econômicos os culpados, eles tentam partir de situações que deparamos no nosso dia a dia, como uma teoria vista para eles mais realista e assim as famílias com condições mínimas de vida, tentem a ter menos filhos. Essa teoria não faz sentido e faz ao mesmo tempo, mostrando que a falta de cultura, educação e preconceito fazem com que o subdesenvolvimento sofra mais com a natalidade do que os países desenvolvidos, e não faz sentido quando fala que pessoas com condições mínimas tentem a ter menos filhos, o que nós deparamos hoje em dia, é quando olhamos na rua, nas televisões, Internet ou qualquer meio de comunicação vemos que pessoas com menos cultura e menos condições de financeiras tem mais filhos que pessoas bem financeiramente.
Os alimentos transgênicos, são alimentos que o seu DNA foram alterados, sofreram modificações geradas pela transferência de características vinda de uma espécie para a outra, assim esses alimentos seriam uma espécie mais resistente a qualquer tipo de praga na agricultura (já foi mostrado que uma praga atacou os alimentos trangênicos), assim poderiam crescer e aumentar a produtividade, esses alimentos são proibidos porque segundo o que dizem é que não foram ainda testados cientificamente, acho essa colocação tem um tanto de ganância, pois o que seriam das multinacionais que vendem venenos? Muitas pessoas ainda não pensam nas que morrem de fome e sim no dinheiro que elas irão ganhar. Acho que os alimentos trangênicos poderiam ser sim uma solução muito viável para combater a fome no mundo, pois eles tem uma maior produção com menos custo de plantio.
Segundo o escritor ecologista, ele acha que as plantações em propriedades menores podem vir a ser melhor, pois lá poderão se plantar vários tipos diferentes alimentos, assim tendo alimentos durante o ano todo, pois cada plantio tem sua época, e tendo plantios diversificados quem mora ou sobrevive delas terá o ano todo do que se alimentar. E já quem produz as chamadas plantations, que são as grandes produções, terá apenas um tipo de alimento e durante um período só do ano.
A cada segundo que passa nascem muitas novas crianças no mundo, desta forma o indicie de população no mundo cresce a todo instante. “Há quase 7 bilhões de seres humanos atualmente, o dobro do que havia em 1965, com a adição média de 75 milhões de pessoas por ano. Projeções da ONU dizem que pode haver um adicional entre 2 e 4 bilhões até 2050. O planeta jamais passou por algo semelhante”. Daqui há alguns anos vamos viver como se estivéssemos dentro de um trem saindo da estação com uma super lotação, o mundo não irá ter estrutura suficiente para suportar tantas pessoas. Creio que estamos novamente em frente a uma situação onde a política poderia interferir junto com a religião, fazendo algo com que controlassem a natalidade do mundo, ajudando o mundo e a todos nós que vivemos nele.

http://mundoestranho.abril.com.br/ambiente/pergunta_286433.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u628157.shtml


Feito por : Stephanie Mazzaferro
A Teoria Malthusiana, que foi desenvolvida por Thomas Malthus, notou que houve um crescimento na população, entre 1650 e 1850, em função das melhores condições de vida que estavam sendo alcançadas, do aumento da produção de alimentos, do combate às doenças. Porém, esse crescimento se daria de forma muito rápida, o que seria um problema, pois o crescimento desordenado da população traria falta de alimentos e acabaria gerando fome.
Malthus afirmou que o crescimento populacional se dava conforme uma progressão geométrica e a produção de alimentos em forma de uma progressão aritmética. Sendo assim, abastecer toda população em crescente aumento seria um problema real. Thomas entendeu que a fome se tornaria realidade se não houvesse um controle de natalidade. Na época em que foi criada tal teoria, suas previsões não estavam, de todo, erradas, porém houve um desenvolvimento no que diz respeito à produção, e a população não cresceu de forma acelerada, o que acabou não concretizando tal teoria.
A Teoria Demográfica Reformista foi elaborada como resposta à Teoria Neomalthusiana. Ela dizia que as taxas elevadas de natalidade, que davam origem a uma grande população jovem, não dariam, porém, origem ao subdesenvolvimento, mas ocorreria em virtude do mesmo, e que seria necessário encontrar o equilíbrio da questão demográfica. Quanto mais as pessoas adquirem condições de vida, menos filhos têm.
Essa teoria tratava de forma mais realista, levando em conta problemas sociais e do cotidiano das pessoas.
O uso de alimentos transgênicos (geneticamente modificados) não seria uma solução, uma vez que eles possuem uma quantidade muito grande de agrotóxicos, se tornando um veneno para as pessoas e não uma solução para a fome no mundo.
José Lutzenberger dizia que as pequenas propriedades de terra ajudariam mais no combate à fome do que as plantations, pois nessas pequenas propriedades existe uma variedade de alimentos que são necessários, enquanto plantation se trata da monocultura, cultivo de um alimento apenas.
Desde o início da era cristã, a população cresceu mais de quarenta vezes. Estimava-se que no ano 1 havia cerca de 150 milhões de pessoas no planeta e que esse número dobrou em 1350, quadruplicou em 1700 e chegou ao primeiro bilhão em 1804.
O salto ocorreu no século 20, quando a urbanização e os avanços adquiridos na medicina fizeram a população aumentar muito, de 1,6 bilhão para 6,2 bilhões de pessoas. A cada ano o mundo recebe 77 milhões de pessoas a mais, 97% delas em países subdesenvolvidos. O total de habitantes que ainda cabem no planeta depende de uma combinação de fatores limitantes: a quantidade de alimento que o homem pode produzir, o padrão de vida que a humanidade pode alcançar e uma preservação do meio-ambiente que possa garantir a vida na Terra. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o mais provável é que em 2050 tenhamos 9,3 bilhões de pessoas no planeta.

por Victória Mai

Teorias Demográficas

A teoria de Malthus criada em 1978 consiste em explicar que a população (descartando guerras, epidemias e desastres naturais) tenderia a duplicar em até 25 anos. Crescendo, por tanto, em projeção geométrica. Entretanto, a produção de alimentos teria um crescimento em progressão aritmética, com restrições por apresentar limite territorial. Apesar de um tanto radical, Malthus não estava completamente errado. Com 31 anos após sua teoria, a população teve um aumento significativo, porém não há escassez total de comida, como prevista.

A teoria Reformista foi criada em resposta e crítica à teoria neomalthusiana. Os reformistas indicam que uma população jovem numerosas é a conseqüência do subdesenvolvimento, pois à medida que as famílias adquirem melhores condições de vida, diminuem o número de filhos para não comprometê-los futuramente. Enquanto os neomalthusianos defendem a idéia de que quanto maior o número de habitantes, menos será a renda e a disponibilidade de capital a ser distribuída. A Reformista considerada a teoria mais realista por analisar problemas econômicos, sociais e demográficos de forma objetiva.

A crise alimentar internacional levou alguns países a proporem os transgênicos como solução. Mas isto renovou as advertências sobre seus efeitos negativos para a saúde e o meio ambiente. Por outro lado, cientistas, agricultores e ambientalistas de vários países continuam alertando que os produtos geneticamente modificados apresentam um risco e não é uma contribuição para a produção de alimentos

O ecologista José Lutzenberger escrevia que é a pequena propriedade de terra que contribui com a eliminação da fome do mundo e não as plantations, pois nas pequenas propriedades de terra se dá o cultivo de vários produtos agrícolas que contribuem para a eliminação da fome enquanto nos plantactions se dá o cultivo de um único produto agrícola em grandes extensões de terra, sendo que as vezes, parte da terra fica sem cultivo de nenhum produto.

O nosso planeta hoje é habitado por milhões de pessoas, de variados países. Neste ano já temos um grande número de habitantes, que se aproxima dos 6,5 bilhões. Sinceramente, não sei ao certo, qual o limite que chegará nosso planeta e sequer se tem limite. Acredito que se continuar nesse ritmo, as coisas podem piorar, pois quanto mais pessoas, mais poluição, e quanto mais poluição, mais acarretará no efeito estufa, e as temperaturas irão aumentar cada vez mais. Posso estar exagerando na minha posição, mas acho que o limite será quando o mundo “acabar”.

A teoria malthusiana e a fome mundial

Thomas Robert Malthus foi o criador da primeira teoria populacional que relaciona o aumento da população com a fome no mundo. O economista e demógrafo afirmou que o crescimento populacional se daria em uma progressão geométrica, enquanto o aumento da oferta dos alimentos seria em progressão aritmética. Malthus e sua teoria se colocam em um posição pessimista relacionada ao crescimento demográfico. A teoria malthusiana é a relação entre o crescimento populacional e a fome.
O “malthusianismo” se destacou quando os índices do crescimento demográfico aumentaram. Isso aconteceu porque houve uma concretização do capitalismo, junto de um aumento da população, e a Revolução Industrial. Isso elevou a produção de alimentos, o que fez a taxa de mortalidade decrescer.
A teoria afirma que a capacidade de produção alimentícia seria ultrapassada pelo crescimento da população. Malthus previa um futuro então de miséria e fome. Ele acreditava que a única solução para que não acontecesse, seria uma redução na taxa de natalidade, com um controle de filhos de famílias pobres e muito jovens. Também acreditava em forçar aqueles mais pobres a ter menos filhos, diminuir seus salários e aumentar o preço de alimentos.
Porém, desacreditava que isso seria impossível de ser feito, pois essas metas estariam muito longe do alcance humano. Por causa desses fatos, Malthus cria na fome, guerra e epidemias como única solução para o controle do crescimento demográfico. Segundo ele, se não houvesse um controle imediato de natalidade, seria inevitável a fome no mundo.

Quase sempre é afirmado que a causa da miséria e fome no planeta é a produção de alimentos.
Se o problema da fome no mundo seria solucionado com o aumento na produção alimentícia, porque este não é solucionado logo? Simplesmente porque a fome não está associada à quantidade de produção, mas sim o tipo de produção. O certo deveria ser a produção de sementes capazes de crescerem em solos mais pobres, que não precisariam de fertilizantes, máquinas de alto custo, pesticidas, etc.
O observado nos alimentos é que as sementes precisam de solos bem qualificados, com maquinaria cara, e isso apresenta uma baixa produção se relacionadas às variedades tradicionais.
As empresas não têm como prioridade alimentar aqueles que estão com fome, mas sim vender transgênicos, tendo como desculpa, a fome presente no mundo.
Além de tudo, isso pode provocar o aparecimento de vírus e pragas.
Não é preciso criar super plantas para abastecer a demanda de alimentos no planeta. O importante é fazer o possível para diminuir cada vez mais as diferenças sociais e econômicas, pois estas diferenças são a verdadeira causa da presença da fome. Criar organismos transgênicos para resolver esse e outros problemas é como se para resolver um problema, seria preciso criar outro.

José Lutzenberger afirmava que uma das soluções da fome no mundo seriam as pequenas plantações rurais, com grande variedade, onde os agricultores são os consumidores, e não nas plantations, com a monocultura.

Uma curiosidade interessante é a quantidade de habitantes que o planeta Terra consegue suportar. Em 1679 foi feito um cálculo e que o resultado de pessoas no planeta seria de 13,4 bilhões de habitantes. No século 20 houve um salto em que a população chegou a 6,2 bilhões de pessoas, devido ao avanço na medicina. A cada ano são acrescentadas 77 milhões de pessoas no mundo. Mas a ONU afirma que em 2050, o planeta chegará a 9,3 bilhões de pessoas.


Teorias Demográficas

A teoria malthusiana, postulada pelo economista e demógrafo inglês Tomas Robert Malthus, tem como base a relação da fome no mundo com a população. Ele dizia que a população crescia como uma progressão geométrica, enquanto a produção agrícola crescia como uma progressão aritmética. Então, após alguns séculos, não haveria comida suficiente para toda população. Uma idéia dada por Malthus era o controle de natalidade, se livrando dos prazeres carnais. Entretanto, atualmente, tal sugestão é considerava ultrapassada, estudiosos dizem que a fome no mundo não está na falta de produção e sim na má distribuição destes. A teoria Neomalthusiana tem como base a primeira, só que com uma diferença. Esta nova teoria versa que a causa da pobreza em alguns países é por possuírem muitos habitantes. E, assim, foi criado o planejamento familiar, com a distribuição de anticonceptivos.

A teoria reformista, também conhecia como antimalthusiana ou marxista, é o contrário da malthusiana. A antimalthusiana diz que os países subdesenvolvidos e probres, por isso que possuem muita população. Para este postulado, uma população muito jovem e nação em desenvolvimento são contrárias ao desenvolvimento.

Os transgênicos não são a solução para fome, simplesmente porque esta não é causada pela falta de alimentos. Há má distribuição e isto acarreta a fome. José Lutzenberger escrevia que as pequenas propriedades da terra contribui para acabar com a fome porque estas são visadas a consumo, sobrevivência e mercado interno, para trocas por outros alimentos, já os plantations tem como objetivo o comércio, venda de alimentos.

Teorias Demográficas: verdades e mentiras

Com o advento do crescimento demográfico pelo mundo, que hoje em dia está em uma escala reduzida, houve a necessidade de projetarmos como seria o futuro do nosso planeta. Para isso, foram postuladas as teorias demográficas que fazem observações relevantes à nossa produção de alimentos e também ao crescimento populacional.
Thomas Malthus, por volta do século XVIII, postulou a Teoria Malthusiana, dizendo que a população cresceria em uma progressão geométrica quanto à produção de alimentos se daria em uma progressão aritmética. Se baseando nessa ideia, chegaria um momento em que a mão haveria alimentos suficientes para população mundial, porque não havia certo equilibro entre esses “avanços” do planeta.
Baseado das idéias de Malthus houve a postulação da teoria Neomalthusiana, que se afirmava nas idéias da teoria Malthusiana, só que pregava determinado controle sobre o crescimento populacional. Com esse controle, seria possível evitar a falta dos recursos naturais do planeta, como por exemplo, nos países subdesenvolvidos.
Essas teorias geram diversas dúvidas, porque assim ninguém sabia o que poderia acontecer se faltasse alimento. Com isso houve a tentativa de buscar soluções, imediatas, para solucionar o problema ou pelo menos para haver a compreensão da seriedade do caos que poderia se instalar em toda a Terra.
Seguindo o pensamento de Karl Marx, que “condenava” o capitalismo por causa do modo de vida que as pessoas têm e pregando que com a implantação do socialismo “tudo seria resolvido” porque haveria a busca por uma sociedade mais justa e igual para todos. Houve a postulação da teoria Reformista que era “contra” (oposta) as teorias demográficas da época. Ela dizia que a falta de alimentos se daria pela má distribuição de renda, por causa da exploração dos países desenvolvidos em cima dos países menos desenvolvidos. Para a solução destes problemas, os pregadores desta teoria disseram que a solução estaria na melhor distribuição de renda para suprir a falta de alimentos.
Considero que a teoria Reformista seja a mais correta, porque estudos comprovam que o nosso planeta é capaz de produzir alimentos para mais de 6,9 bilhões de pessoas, aproximadamente a população mundial segundo informação do censo dos EUA.
Fonte:
http://www.novomilenio.inf.br/porto/mapas/nmpop.htm
E que a falta de alimento se daria primeiramente pela má distribuição de renda que há, porque atualmente já há pessoas que passam fome, não porque não há alimento e sim pela falta de dinheiro. Seguindo a mesma linha de raciocínio os transgênicos não solucionarão o problema de falta de alimentos, porque ele não existe, o que precisamos é uma solução econômica em relação a essa questão. Eles podem na questão da duração dos alimentos, porque se forem modificados geneticamente poderão resistir mais tempo que os alimentos naturais, só que sempre haverá um risco a saúde dos humanos.
Em seus dizeres José Lutzenberger sempre afirmou que as pequenas propriedades que contribuem para a erradicação da fome do mundo, porque são elas que ajudam no aumento da produção. Não se sabe exatamente o que o nosso planeta pode agüentar, em termos de população e produções de alimentos, só que segundo o censo dos EUA (fonte anterior), estima-se que a população em dezembro de 2037 seja de aproximadamente de 10,4 bilhões de pessoas.

Teorias Demográficas: verdades e mentiras

A teoria Malthusiana visa que o crescimento demográfico era aumentar de forma com que a produção alimentícia não consiga suprir essa demanda. O crescimento demográfico erá aumentar de forma geométrica, ou seja, 1 > 2 > 4 > 8, e assim por diante; enquanto a produção de alimentos de forma aritmética, assim, 1 > 3 > 5 > 7, em relação a esse parâmetro, o do crescimento não paralelo, ele está certo. Porém não totalmente, temos que levar em conta a tecnologia atual, no qual faz com que a produção alimentícia seja plena e suficiente para quase todos, o grande problema é a maneira com que é distribuida, por isso temos esse problemos nos dias atuais, a má distribuição não só de alimentos, como de áreas de produção de tais. Um exemplo que podemos citar, é uma fazenda, pertencente a uma pessoa tem capacidade para produzir n cota de alimentos por ano, porém não é utilizada para isso, é um problema, mas começamos a entrar em um pensamento socialista ao invés de democrático. A maioria dos grandes empresários da indústria alimentícia, não todos, não se dão ao trabalho de pensar quantas pessoas estão morrendo por passar fome, só pensam se o seu produto está sendo vendido e quanto em "cash" irá entrar no final do mês.
A base da teoria demográfica reformista seria de que quando as pessoas tem péssimas condições de vida, incluindo alimentícia, tenderia a diminuir o número de natalidade, ao contrário da idéia Malthusiana, porém em condições precárias notamos ao contrário, o número de natalidade é bem maior do que uma família com condições menores, isso em consequência cultural, pois normalmente uma família que não tem acesso a informaçoes geralmente nota-se o número de natalidade maior do que as que tem essas tais informações.
Os trangênicos nunca vão acabar com a fome no mundo, nem qualquer tipo de alimento com sigla ou nome diferente depois ou antes do seu nome. A causa da fome no mundo é, como citado antes, a má distribuição de alimentos. Trangênicos podem até ajudar esse número a diminuir, por causa de sua forma de produção mais eficaz, porém é impossível exterminar a fome no mundo, isto inclui muitos problemas e questões mais sócio-econômicas do que de querer ajudar os famintos em questão.
Em meu ponto de vista, creio que de Lutzenberger seja semelhante, que as devidas "plantations" sejam determinadas ao comércio, a grandes empreendimentos que visam o lucro, e não a eliminação da fome mundial. Porém se uma comunidade pequena produz pra sí mesma, e distribui de forma adequada, com o equivalente de que cada um produziu, todos serão recompensados de forma justa, e a distribuição correta será feita, como deve ser. É o que não acontece em muitos lugares, é o mal uso da terra/água, ou local de produção que não é bem utilizado, talvez por pessoas que queiram explorar os outros ao invés de querer uma ajuda mútua, o que ocorre em grande parte, visam só o próprio lucro, é um individualismo só.

Teorias Demográficas

Thomas Malthus era um economista, que em 1798 publicou a Teoria Malthusiana. Segundo a sua teoria, a população mundial cresceria em um ritmo rápido (progressão geométrica) e a produção de alimentos cresceria em um ritmo lento (progressão aritmética). Isso significa que um grande crescimento na população acarretaria na falta de alimentos para a mesma. Na época em que ele estudou isso a produção alimentícia era muito precária. Hoje em dia, mesmo com um crescimento absurdo da população, não seria impossível, mas pouco provável que faltasse recursos alimentícios, ainda mais com toda a tecnologia que temos.

A Teoria Reformista é contrária à Malthusiana, mais realista, pois defende que a fome não será gerada pela falta de alimento, mas sim pela má distribuição dele. É ocorrente em países subdesenvolvidos, onde há uma minoria com muitos recursos financeiros e uma maioria com pouco ou até mesmo nada. Precisaríamos de um uma reforma socioeconômica para diminuir a desigualdade social gerada pelo desequilíbrio na distribuição de renda. Há uma filosofia socialista por trás desta teoria, esta teoria tinha como base os pensamentos de Karl Marx, que é contrário à filosofia capitalista, que prefere lucrar com a produção de alimentos do que acabar com a fome no mundo.

Os transgênicos seriam outra “solução para a fome no mundo”, já que esses alimentos são mais resistentes a pragas na lavoura e climas não propícios. Entretanto, há malefícios, como a intoxicação alimentar e impacto ambiental.

José Lutzenberger acreditava que as propriedades que realmente diminuíam a fome no mundo não eram os latifúndios, onde a produção é de monocultura, como nas plantations. Mas sim nas pequenas propriedades rurais, que há uma variação de plantios, já que os agricultores usufruem dos alimentos plantados por eles mesmos.

Segundo Paul Ehrlich, o planeta Terra seria um lugar bom para viver se tivesse apenas 30% da população de hoje, ou seja, mais ou menos 2 bilhões de habitantes.

Não sei se um dia a Terra voltará a ter apenas 2 bilhões de habitantes, mas o dado promissor que temos dá conta de que a era da explosão demográfica vai terminar. As melhores notícias nesse campo vêm da Europa. A população da Itália, por exemplo, já começou a encolher. No ritmo atual, acredita-se que o mundo chegará ao fim do século XXI com cerca de 8,5 bilhões de habitantes. A partir daí esse número vai cair. Isso me dá uma certa esperança no futuro.” diz Paul.

Fonte: Veja on-line: http://veja.abril.com.br/080206/entrevista.html , acessado em 06/12/09

TEORIAS DEMOGRÁFICAS

Entre tantas teorias que foram criadas para tentar explicar o crescimento populacional, existe três que se destacam por estarem bastante relacionadas uma com a outra: a malthusiana, a neomalthusiana e a reformista.
A teoria demográfica Malthusiana, pensada pelo economista inglês Thomas Robert Malthus, foi publicada em 1798. Malthus dizia que a população mundial cresceria em um ritmo muito ligeiro, comparado por ele a uma progressão geométrica (1, 2, 4, 8, 16, 32, 64...), e a produção de alimentos cresceria em um ritmo muito lento, comparado a uma progressão aritmética (1, 2, 3, 4, 5, 6...). Assim, segundo a visão de Malthus, ao final de duzentos anos, o crescimento da população teria sido 28 vezes maior do que o crescimento da produção de alimentos. Assim, defendendo a tese de que não exitiria comida para tanta gente.
A Teoria Neomalthusiana é uma teoria que começou a se desenvolver nas primeiras décadas do século 20, baseando-se nas idéias de Malthus, razão pela qual passou a ser chamada de neomalthusiana (nova).
O neomalthusianismo somente se firmou entre os estudiosos da demografia após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), em função da explosão demográfica ocorrida nos países subdesenvolvidos. Esse fenômeno foi provocado pela disseminação, nos países subdesenvolvidos, das melhorias ligadas ao desenvolvimento da medicina, o que diminuiu a mortalidade sem, no entanto, que a natalidade declinasse.Os neomalthusianos analisam essa aceleração populacional segundo uma ótica alarmista e catastrófica, argumentando que, se esse crescimento não for impedido, os recursos naturais da Terra se esgotarão em pouco tempo.Para conter o avanço populacional, esses teóricos utilizam várias propostas, principalmente a da adoção de políticas visando o controle de natalidade, que se popularizaram com a denominação de Planejamento Familiar.Algumas medidas adotadas por entidades mundiais (ONU, FMI, Banco Mundial, UNICEF, entre outros) nos países subdesenvolvidos, ajustadas a cada população, são exemplos de políticas de controle de natalidade: esterilização em massa de populações pobres (como foi feito na Índia e na Colômbia); distribuição gratuita de anticoncepcionais; assistência médica para uso de dispositivos intrauterinos (DIUs); divulgação de um modelo de família bem-sucedida, com no máximo dois filhos, em programas de televisão, na publicidade e no cinema.
As idéias básicas da teoria reformista são todas contrárias às de Malthus: sua principal afirmação nega o princípio malthusiano, segundo o qual a superpopulação é a causa da pobreza. Para os reformistas, é a pobreza que gera a superpopulação.De acordo com a teoria reformista, se não houvesse pobreza as pessoas teriam acesso a educação, saúde, higiene, etc., o que regularia, naturalmente, o crescimento populacional. Portanto, é exatamente a falta dessas condições o que acarreta o crescimento desenfreado da população. Outra crítica dos estudiosos reformistas aos malthusianos diz respeito ao crescimento da produção. Como vimos, para Malthus esta crescia em ritmo inferior ao da população. Para os reformistas, contudo, isso também não é verdadeiro, pois, com o início da revolução industrial e a consequente revolução tecnológica, tanto a agricultura quanto a indústria aumentaram sua capacidade produtiva, resolvendo, dessa forma, o problema da produção.Os reformistas defendem que os governos deveriam implantar uma política de reformas sociais - na tecnologia, para aumentar a produção e resolver definitivamente o problema da sobrevivência humana, e na distribuição da renda, visando o acesso da maioria às riquezas produzidas. Só assim o problema da pobreza se resolveria. E, resolvendo o problema da pobreza, se resolveria também o problema da superpopulação. Ou seja, não haveria mais desequilíbrio entre uma e outra.

Teorias Demográficas

A teoria malthusiana, criada por Thomas Malthus no século XVIII, tinha a perspectiva de que o crescimento populacional excedia a capacidade da produção de alimentos. Assim, o crescimento populacional seguiria um ritmo de progressão geométrica, enquanto a produção de alimentos iria ter a progressão aritmética, que, consequentemente, resultaria na fome e miséria. Seguindo os pensamentos do filósofo Karl Marx, os teóricos, conhecidos como marxistas, denotam sobre a teoria reformista. A teoria prega que a causa da superpopulação seria o modo de produção capitalista em que a sobrevivência do capitalismo necessita de um excesso relativo desta população. Esta idéia mostra claramente que a miséria era considerada como a principal causa do crescimento populacional, e que estes pensadores pregavam a criação de reformas sócio-econômicas a fim de melhorar o padrão de vida da população com renda baixa, por esse pensamento essa idéia está intimamente relacionada aos fatos referentes à atualidade.
A utilização de transgênicos seria uma alternativa para a diminuição de miséria e fome, contudo, embora haja o aumento na produção dos alimentos, esta mudança também acarretará em diversos problemas como: aparecimentos de novos vírus, eliminação de populações benéficas, diminuição da biodiversidade, implantação de novas proteínas que podem causar reações alérgicas, entre outros. Segundo ecologistas do mundo inteiro, os alimentos transgênicos são apontados como vilões. Estes especialistas relatam que a ciência não tem controle sobre o funcionamento dos genes, alegando que o principal foco para a sua utilização seja a lucratividade, o que relativamente se torna um grande problema. Em supermercados, por exemplo, a quantidade de produtos tóxicos que compramos é grande e nem ao menos sabemos o quão transgênico possa ser. Continuando a falar sobre população e rentabilidade de alimentos, a quantidade de habitantes do nosso planeta é de 6,6 bilhões de pessoas. É perceptível que a população não irá parar de crescer, e a comida também não irá terminar, o que levará as pessoas a pensarem que não irão morrer de fome, porém, continuará o disperdício.
Em suma, creio que assim como a teoria malthusiana esteja correta, o ecologista José Lutzenberger também. Sua tese relata que as pequenas propriedades de terras seriam a solução, pois podem ser plantado diferentes tipos de alimentos/produtos, invariavelmente no que ocorre em plantation, que somente um produto é colhido.
TRABALHO DA BRUNNA GRANJA

Para obter a Teoria Malthusiana, seu criador Thomas Malthus observou que o crescimento populacional dobrou por motivos como o aumento da produção de alimentos, melhor combate a doenças, melhoras no saneamento básico, entre outros, fazendo com que a taxa de mortalidade caísse e o crescimento populacional aumentasse. Com base nesses dados, ele divulgou sua teoria que diz que se a taxa de natalidade não for controlada, o bem estar populacional estaria diretamente relacionado com o crescimento desordenado da população, fazendo com que ocorresse a falta de alimentos, ocasionando a fome. Na minha opinião, a teoria malthusiana está em parte certa, com certeza o crescimento populacional acelerado vai ser um grande problema no futuro, mas talvez o grande problema não seja a fome, mas sim os desastres naturais, que podem deixar pessoas desabrigadas e até doentes. Com o aumento da população, aumenta o lixo, a emissão de gases poluentes, o desmatamento, entre outros, e tudo isso contribuindo para um futuro bem previsível.
A teoria demográfica reformista diz que, as taxas de natalidade que resultam em uma população numerosa não seriam a causa, mas sim a conseqüência do subdesenvolvimento de um país. Quando uma família não tem condições reais para sustentar um grande número de pessoas, essa família tende a ter menos filhos. Isso faz com que a teoria reformista seja mais aceitável do que a malthusiana.
Os transgênicos são produzidos em maior quantidade, mas mesmo assim eles não foram realmente feitos para acabar com a fome no mundo. Esses alimentos por serem modificados geneticamente, são muito caros, assim acabam ficando mais distantes de pessoas que realmente precisam deles.

Teorias Demográficas

Em 1798, Malthus publicou uma tória demográfica que apresenta basicamente dois postulados:

A) A população, se não ocorrerem guerras, epidemias, desastres naturais, etc., tenderia a duplicar a cada 25 anos. Ela cresceria, portanto, em progressão geométrica (2, 4, 8, 16, 32..) e constituiria um fator variável, ou seja, que cresceria sem parar.

B) O crescimento da produção de alimentos ocorreria apenas em progressão aritmética (2, 4, 6, 8, 10...) e possuiria um limite de produção, por depender de um fator fico: o próprio limite territorial dos continentes.

Ao considerar esses dois postulados, Malthus concluiu que o ritmo de crescimento populacional seria mais acelerado que o ritmo de crescimento da produção alimentar. Previa ainda que um dia estariam esgotadas as possibilidades de aumento da área cultivada, pois todos os continentes estariam plenamente ocupados pela agropecuária e a população do planeta continuaria crescendo. A conseqüência seria a fome, a falta de alimentos para abastecer as necessidades de consumo do planeta.

Hoje, sabe-se que suas previsões não se concretizaram: a população do planeta não duplicou a cada 25 anos e a produção de alimentos cresceu no mesmo ritmo do desenvolvimento tecnológico. Mesmo que se considere uma área fixa de cultivo, a produção aumenta, já que a produtividade também vem aumentando sem parar

Essa teoria, quando foi elaborada, parecia muito consistente. Os erros de previsão estão ligados principalmente às limitações da época para a coleta de dados, já que Malthus tirou suas conclusões a partir da observação do comportamento demográfico em uma região limitada, com população predominante rural, e as considerou válidas para todo o planeta no transcorrer da história. Não previu os efeitos decorrentes da urbanização na evolução demográfica e do progresso tecnológico aplicado à agricultura.

Uma população jovem numerosa, em virtude de elevadas taxas de natalidade, não é causa, mas conseqüência do subdesenvolvimento. Em países desenvolvidos, onde o padrão de vida da população é elevado, o controle de natalidade ocorreu paralelamente à melhoria da qualidade de vida da população e espontaneamente, de uma geração para outra. Uma população jovem numerosa só se tornou empecilho ao desenvolvimento das atividades econômicas nos países subdesenvolvidos porque não foram realizados investimentos sociais, principalmente em educação e saúde. Essa situação gerou um enorme contingente de mão-de-obra desqualificada ingressando anualmente no mercado de trabalho. Essa realidade tende a rebaixar o nível médio de produtividade por trabalhador e a continuar a empobrecer enormes parcelas da população desses países. É necessário o enfrentamento, em primeiro lugar, das questões sociais e econômicas para que a dinâmica demográfica entre em equilíbrio.

Acredito que os transgênicos até podem nos “salvar” mas penso que eles são totalmente artificiais, talvez tenham uma pequena parte da fonte de vida natural. Tenho a plena certeza que um dia ainda as pessoas irão notar que o importante é aquele alimento que é totalmente natural, que tem toda sua vitalidade contida na fruta ou verdura. Assim não salvará o mundo sendo que as fontes de energia contida nos alimentos são “falsas”, são artificiais e, portanto, não conseguiríamos viver por muito tempo assim.

O ecologista José Lutzenberger acredita na educação ambiental, medicina natural, agricultura regenerativa, manejo sustentável dos recursos naturais e assim o plantation baseado em uma monocultura de exportação mediante a utilização de latifúndios e mão-de-obra escrava. Pensando cada um de modo diferente as pequenas propriedades usadas podem realmente eliminar a fome, mas não utilizá-las para obrigar alguém a trabalhar.

Teorias Demográficas

A teoria de Malthus fala que a população mundial cresceria em progressões geométricas (2, 4, 8, 16,...) enquanto os alimentos cresceriam em progressões aritméticas (2, 4, 6, 8,...), fazendo com que , em um certo ponto, não houvesse mais alimentos para toda a população. Dados comprovaram que Malthus estava equivocado quanto a sua teoria, pois o mundo pode suportar uma população superior a atual e que o mundo não atingiu as progressões estabelecidas por ele.
Opondo-se a teoria de Malthus estão os reformistas que afirmavam o problema era a má distribuição de alimentos para a população, e não a falta deles. Eu, particularmente, acredito que a teoria dos reformistas esteja correta, e não a de Malthus, pois alem da população não ter as progressões mencionadas, a tecnologia da qual disponibilizamos hoje em dia inviabiliza a teoria de Malthus, reforçando a teoria dos reformistas .
Outro fator abordado e também muito discutido são os transgênicos. Muitas pessoas afirmam ser essa uma das saídas para a fome mundial, enquanto outros defendem que não seria essa a saída . Eu concordo com aqueles que afirmam que transgênicos não são a solução para a falta de alimentos, afinal não resolveria os problemas das grandes produções de um só alimento, um outro grande fator negativo dos transgênicos é a perda do sabor da alguns ou a durabilidade de outros. O único lado positivo, ao meu ver, é que eles poderiam ser produzidos fora de época o que seria interessante no combate a fome.
José Lutzemberger defendia a teoria que as pequenas plantações e nãos as plantations iriam acabar com a fome, pois com varias pequenas plantações teríamos uma grande diversidade de alimentos que poderiam suprir o mercado muito melhor do que produzir em uma grande área um só único tipo de alimento. Na minha opinião, a teoria de Lutzemberger está correta, outra forma seria a reforma agrária que tiraria da mão dos que tem muito e plantão pouco e dos que tem muito também mas plantão uma única agricultura, assim, com a loteamento das terras iria gerar moradias e dar subsistências a varias famílias isso seria uma outra forma também de acabar com a fome e com grandes movimentos como o MST(Movimento Sem Terra), só que sobre tudo isso estão os grandes monopólios da agricultura com influências diretas no governo.
Estima-se pela Organização Mundial (ONU) que em 2050 o mundo terá 9,3bilhões de habitantes e outras pesquisas realizadas fizeram previsões que o planeta suportará de 4 a 16 bilhões de habitantes.
Fonte :
http://mundoestranho.abril.com.br/ambiente/pergunta_286433.shtml

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

TEORIAS DEMOGRAFICAS: VERDADES E MENTIRAS

A partir dos séculos XVIII e XIX, houve um acentuado crescimento demográfico no mundo devido a então consolidação do capitalismo e a Revolução Industrial, o que proporcionou um aumento nas produções, em questão a alimentícia e, por conseguinte uma queda nas taxas de mortalidade. Isso fez com que os índices de crescimento populacionais crescessem, digamos que rapidamente, e chamasse atenção de estudiosos, o que culminou para o surgimento de algumas teorias, dentre elas a Malthusiana, criada por Thomas Robert Malthus, economista e demográfico inglês. Nela continha o seguinte pensamento baseada em estudos: A população cresceria em uma progressão geométrica, enquanto os alimentos em uma progressão aritmética, ou seja, a população iria crescer tão absurdamente que a produção de alimentos não ira alcançá-la, gerando fome e em conseqüência miséria.
No pós Segunda Guerra mundial, a população de países subdesenvolvidos volta a crescer num ritmo acelerado, vindo à tona novamente a teoria de Malthus por seus adeptos, sendo então chamada de neomalthusianos, por isso teoria neomalthusiana. Preconizava também as idéias de malthus, propondo drásticas políticas de controle de natalidade, o famoso planejamento familiar. Porém não surgiu muito efeito na maioria dos países com exceção da China, onde a taxa caiu pela metade em 40 anos. Aqui no Brasil não houve um controle rígido por parte do estado nacional, mas por volta da década de 70 eles começaram a apoiar programas com este foco.
Já a teoria subseqüente, conhecida como reformista ou marxista, era totalmente contrária as duas anteriores. Defendiam que é a própria miséria que causa a explosão demográfica. Como solução, apostavam numa mudança no caráter socioeconômico que possibilitassem uma melhoria no padrão de vida da população, e que acabaria assim gerando um planejamento espontâneo.
Acredito que houve equívocos nas teorias citadas acima. O problema que abrange o mundo todo, sem exceção de nenhum país, é com certeza a desigualdade, a má distribuição de renda, de alimentos, gerando a frase: “uns com tanto e outros com tão pouco.” Com certeza não falta alimentos em todo planeta para matar a fome de tanta gente. Falta sem dúvida, como dito na teoria reformista, é um rearranjo na estrutura socioeconômica dos países e também certo controle da natalidade, principalmente de países subdesenvolvidos, para que se consiga obter resultados significativos quanto à distribuição igualitária, ou pelo menos mais próximo disso, desses alimentos.
Com relação aos transgênicos, eles não são a solução da fome no mundo, entre outros motivos, porque o mundo não está carente de alimentos e sim de estruturas eficazes no combate as desigualdades.
Dentro deste contexto da fome, o ecologista José Lutzenberger relata constantemente em seus livros e textos, que é a pequena propriedade de terra que contribui com a eliminação da fome do/ no mundo e não as plantations, pelo simples fato de que nas pequenas propriedades se dá o cultivo de vários produtos alimentícios, enquanto nas plantations o cultivo é de monocultura, produzindo apenas um tipo de produto, acreditava em modelos sustentáveis, totalmente contra a globalização.
Por fim, termino respondendo a última questão. A estimativa de máximo populacional é de 9 bilhões de pessoas, e ainda sim muitos não morreriam de fome por falta de alimentos disponíveis, e sim por relatos acima e ainda por um grande pecado que o homem sabe que comete, mas não muda, o desperdício.